Uma privada formidável

Sempre que venho ao Japão, desejo levar um troço desse pro Brasil.
Como diz o Sicko do lolhehehe, “infinitos níveis de formidável”.

Muito formidável

E totalmente regulável

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1week of art works

O vídeo é velho, mas continua sendo um dos meus favoritos.

É desse pessoal aqui: http://rinpaeshidan.jp

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Look, but don’t touch

Hanauma é uma baía formada dentro de um cone vulcânico na ilha de O’ahu, ao leste de Honolulu. É um dos destinos mais populares da ilha e sofreu bastante com as visitas em excesso dos turistas, chegando a receber 3 milhões de pessoas por ano.

Hanauma é uma área de preservação ambiental e um distrito de conservação da vida marinha (o primeiro, de muitos estabelecidos no Hawaii), inclusive o nome foi trocado de Hanauma Bay Beach Park para Hanauma Bay Nature Preserve. Visitantes são obrigados por lei a não maltratar os animais marinhos ou de tocar, andar, ou ter contato com os corais. Hanauma Bay é conhecida pela sua abundância de tartarugas-verdes.

Toda área de Hanauma Bay é protegida por lei, desde os peixes, os corais e até a areia.

Nos anos 50, dinamites foram usados para abrir uma área nos corais para que cabos telefônicos fossem instalados por baixo d’água. Essa área ficou conhecida como “Cable Channel”. Na década de 70 houve mais mudanças, com a abertura de mais áreas livres entre os corais, para que os visitantes pudessem nadar, o estacionamento foi ampliado e foi trazida areia branca de North Shore, deixando Hanauma Bay mais atraente para os visitantes. Em 1990, o uso excessivo da praia e da área ao redor se tornou um grande problema, com os visitantes andando pelos corais, estacionando na grama e nas laterais da estrada.

Medidas foram tomadas para limitar o número de visitantes; assim que a lotação máxima do estacionamento era atingida, não era mais permitida a entrada de outras pessoas. Anos depois, em 1998 passou a ser cobrada uma taxa de admissão, para reduzir mais ainda a quantidade de visitantes em Hanauma, atualmente a taxa custa US$7.50. Em agosto de 2002, foi aberto o Marine Education Center na entrada da Baía e todo novo visitante tem que assistir a um pequeno vídeo educativo sobre Hanauma. Após assistir ao vídeo, basta assinar um formulário para que, numa nova visita, você não seja obrigado ver o vídeo novamente. No vídeo é mostrada a regra principal de Hanauma Bay, “LOOK, BUT DON’T TOUCH” ou seja, olhe, mas não toque.
Hoje em dia Hanauma recebe, em média 3000 visitantes por dia, cerca de um milhão por ano. A maioria é turista.

Uma coisa é certa, não conheço muitos lugares do mundo, mas posso dizer com toda certeza que Hanauma Bay é o lugar mais bonito que eu já visitei.

Quando avistei a tartaruga, fiquei com vontade de tocá-la, mas a regra principal falou mais alto, 'look, but don't touch'.

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Bons e velhos tempos da fotografia digital

Acho engraçado quando o sujeito enche a boca pra dizer que sua foto “não tem photoshop”, como se isso atestasse que ele é melhor que os outros. Na verdade ele está apenas abrindo mão de uma das melhores ferramentas disponíveis para a pós-produção.

Um leitor babaca mandou uma pegunta para a seção Tech Tips da revista Outdoor Photographer, talvez esperando uma resposta que elogiasse seu “purismo” fotográfico, que se nega a usar o photoshop.

Eis a pergunta do leitor e a resposta do fotógrafo George Lepp:

Bons e velhos tempos da fotografia digital

Parece que toda matéria que eu leio fala sobre pós-produção com Photoshop, Lightroom e outros softwares. Teria a era do talento fotográfico acabado e agora o sucesso é determinado por habilidades de artista gráfico?
Uso uma velha Rebel XTi com uma variedade de lentes Canon e consigo produzir fotos de qualidade, impressas diretamente do cartão CF; algumas inclusive ganharam prêmios! Estou sempre tentando melhorar minha técnica e estilo, mas tenho sido ‘engolido’ pela grande quantidade de pós-produção que parece ser a regra dos dias de hoje.
Existe ainda uma esperança para nós, que ainda desfrutamos do desafio de capturar o que vemos com o que temos nas mãos?

C. Jensen

Aaah, o mito dos bons e velhos tempos da fotografia, quando os fotógrafos eram avaliados por suas habilidades atrás do visor da camera. Bem, não exatamente.
A foto impressa que era avaliada, não o negativo. Costumávamos fazer nossa pós-produção do filme na sala de revelação ou pagávamos para aguém fazer.

Pense no purista da fotografia em preto e branco, Ansel Adams. Ele considerava a captura apenas metade do processo. Ele reinterpretava suas imagens diversas vezes com as técnicas feitas na sala de revelação, que melhoravam a qualidade, mudavam o clima e reconduzia a realidade da cena que ele fotografou.

Faça uma pequena pesquisa e você achará a prova de contato da famosa fotografia “Moonrise, Hernandez, New Mexico”. Bem tediosa. Adam trabalhou na impressão dessa foto por décadas e, no fim das contas, a impressão final nos mostra que tipo de fotógrafo e artista Adam realmente era.

Mas você está na era digital usando a sua “velha” Rebel. E, assim como na época do filme, sua câmera tem limitações que devem ser superadas; você, como um bom fotógrafo, usa essas limitações para desafiar suas habilidades. No entanto, seu arquivo digital ainda precisa de algum “processamento” antes que ele esteja preparado para ser mostrado ao público.

Se você captura em JPEG, sua câmera já estará realizando alguns pós-processamentos necessários internamente. Se captura em RAW, você deve fazer alguns ajustes, como sharpen, para perceber o potencial básico da sua imagem.

Até mesmo as mais caras e modernas DSLRs produzem imagens que precisam de uma pós-produção básica. Se você não quer fazer, tudo bem. Mas eu esperaria de qualquer bom fotógrafo que deseja capturar o que é visto no visor (junto com toda experiência sensorial que a cena envolve), também superar as limitações da câmera, sabiamente fazendo uso de programas de pós-produção para corrigir algumas anomalias na exposição, cor e nitidez, no mínimo.

Em todo seminário que dou, pergunto quantas pessoas odeiam passar o tempo na frente de seus computadores, e uma grande maioria geralmente levanta a mão. Eles querem gastar seu tempo lá fora, explorando a natureza e objetos a serem fotografados, buscando a luz perfeita numa vasta paisagem ou uma expressão num animal selvagem. Não tenha dúvidas quanto a isso, nós, fotógrafos ‘outdoor’, obtemos a maior satisfação no momento do disparo, no momento decisivo, na composição perfeita.

Ainda há esperança para você, que termina a experiência fotográfica logo após o disparo? Claro que há. Você continuará desfrutando do momento decisivo, mas tem um preço. Quando você abandona sua fotografia logo depois de capturá-la, você deixa a criação pela metade. Se quiser extrair da foto todo seu potencial, deve exercitar o controle que os programas de pós-produção dão a você.

É um fato que na fotografia dos dias de hoje, sua criação pela metade competirá com fotógrafos que superam os limites dos seus equipamentos, usando as ferramentas de pós-produção que estão disponíveis. E eu não me refiro a artistas gráficos, eles têm uma visão diferente, mesmo usando algumas das mesmas ferramentas que os fotógrafos usam.

Eu e minha esposa acabamos de finalizar nosso livro mais recente, chamado “Wildlife Photography: Stories from the field”, que é uma retrospectiva das minhas imagens favoritas da vida selvagem e como nós a capturamos. Não há pós-produção discutida no livro! Amei trabalhar nesse livro porque me levou de volta ao campo de atuação, onde eu (e meus temas selvagens) vivemos a emoção da experiência fotográfica.
Apesar de tudo que eu disse acima em resposta à sua pergunta, é no campo de atuação que eu realmente quero estar também.

George Lepp

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Lente macro improvisada

Certa vez comprei um binóculo bem vagabundo, custou dez dólares e, de tão vagabundo, acabei desmontando e fiz uma macro tabajara.

Obviamente não dá pra fazer fotos excelentes, mas dá pra brincar um pouco.

A gambiarra é assim:

– Minha lente antiga 35-80, da minha primeira Rebel, que nem digital é, mas a lente funciona na boa com as digitais.
– As lentes do binóculo juntas.
– A capa de borracha do binóculo.

Eu juntei as lentes do binóculo:

Depois eu encaixei as lentes do binóculo dentro da capa de borracha:

Aí depois é só encaixar a capa de borracha na lente da câmera:

E o resultado:

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G F G D E C B

Tommy lay on the floor at the Count’s feet. His eyes were closed, his face as pale as death, and he didn’t rouse when his two friends called his name. The little winged cat, Mingus, sat beside him, miawling plaintively.

Wilson Taylor

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