Há alguma relação?

Por que os estilos musicais como funk, pagode, forró e axé estão altamente ligados à falta de educação das pessoas que ouvem música alta em seus celulares nos locais públicos, principalmente no transporte coletivo?

Podemos tirar alguma conclusão? As pessoas são mal educadas porque ouvem esses estilos ou elas ouvem esses estilos porque são mal educadas?

Confesso que tenho, sim, preconceito com funks, axés, pagodes e afins, mas nesse caso é estatística! Acho que em 100% dos casos em que eu tive o desprazer de testemunhar tal falta de educação o estilo musical em questão era um daqueles que eu citei. Funk ou pagode ou axé ou forró.

‘Eu adoro funk e pagode, mas não sou mal educado, uso fone de ouvido’, alguns dirão. Sim, acredito, mesmo porque eu conheço algumas pessoas inteligentes e educadas que adoram essa porcaria de música, assistem BBB, acessam o Ego e compram Caras.

Eu nunca vi ninguém em local público, com seu potente celular, ouvindo no volume máximo, por exemplo, Queen ou Frank Sinatra.

Afinal, há alguma relação?

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Top 10 #1

Filmes com o Al Pacino


The Godfather (1972)

Preciso justificar? É o melhor filme de todos os tempos.


The Godfather: Part II (1974)

Consegue ser tão bom quanto o primeiro filme.


Day Dog Afternoon (1975)

Al Pacino bota o filme no bolso.


Scarface (1983)

Brian De Palma na direção, Michelle Pfeifer linda e Al Pacino espetacular.


Glengarry Glen Ross (1992)

Sensacional. Muito ator bom junto. E a melhor cena da vida do Alec Baldwin.


Scent of a Woman (1992)

Whoo-ah.


Heat (1995)

Robert De Niro, Al Pacino e a melhor cena de tiroteio da história do cinema.


Donnie Brasco (1997)

Al Pacino e Johnny Depp.


The Devil’s Advocate (1997)

Apesar do Keanu Reeves, o filme é excelente. Al Pacino como o diabo, sem mais.

Muito injusto escolher apenas dez.

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O Reino do Crime

Até o Rei do Crime sabe

Na ficção, sempre que um criminoso quer fugir, seja para se ‘aposentar’ ou porque está sendo perseguido, o Brasil é um recorrente destino. Recentemente estava lendo um gibi do Spiderman, onde ele consegue provas para levar o vilão conhecido como Rei do Crime (kingpin) à prisão. Obviamente, o criminoso foge e, na página seguinte, aparece num país tropical, bem parecido com o nosso Rio de Janeiro. E na vida real não é muito diferente.

O mais recente caso é o do escritor italiano Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua na Itália pela autoria direta ou indireta do assassinato de quatro pessoas, que foi atribuído ao PAC, grupo armado de extrema esquerda no qual fazia parte e alguns assaltos e outros delitos. Na Itália ele é considerado um terrorista.

Cesare morou muitos anos na França e teve sua extradição negada por duas vezes, mas em 2004 a França resolveu entregá-lo para a Itália. Obviamente, ele fugiu. Para onde? Mais uma vez obviamente, para o Brasil.

Ê! É festa!

Em 2007 foi detido no Rio de Janeiro e assim começou essa novela, que teve mais um capítulo no último dia 31 de dezembro.

Eu penso que, se dois países têm boas relações diplomáticas, deve haver uma parceria mútua para casos desse tipo. Se Battisti foi julgado e condenado pela justiça italiana, o Brasil deveria imediatamente entregá-lo às autoridades de seu país para que seja feito o que foi determinado. Negar sua extradição é cagar na cabeça da justiça italiana e contestar seu julgamento. Battisti se defende, diz que é inocente e perseguido, o que até pode ser verdade, mas se houve julgamento e condenação, o governo brasileiro deve sempre acatar as decisões da justiça, não cabe ao Brasil se meter dessa forma, ou então corta as relações com a Itália e foda-se, aí pode fazer o que quiser.

Eu entendo que uma condenação à prisão perpétua e com isolamento solar pode parecer bastante cruel, mas Battisti cometeu os crimes na Itália, foi julgado e condenado com base nas leis daquele país, então todas as nações que possuem relações com a Itália deveriam agir em conjunto para que seja feito o que manda a justiça italiana.

No dia 31 de dezembro de 2010, o presidente Lula decidiu não conceder a extradição de Cesare Battisti.

O então ministro da justiça Tarso Genro disse que a pressão feita pela Itália para a condenação do réu “É um desaforo ao Estado brasileiro e um desaforo à democracia no país”. WTF? E a decisão do Lula não é um desaforo à justiça da Itália?

Não estou dizendo aqui que Battisti é culpado ou inocente, isso é assunto para a justiça italiana decidir (e já decidiu), o que me preocupa é esse lance de Battisti se dizer ativista político e que suas ações na época eram de cunho ideológico. WTF[2]? Quer dizer então que, se for por motivação política, pode matar, detonar bombas, etc? Aí fica mais bonita a nomenclatura, né? O Brasil não abriga um criminoso, mas sim um refugiado político. Ah, vá se foder.

Sei que, daqui a pouco, Battisti estará em Ipanema, aproveitando uma bela praia, bebendo sua caipirinha e confirmando a tese de que, pelo menos no Brasil, o crime, por motivação política ou não, compensa.

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32 fotos de Godfather

32 fotos do meu filme favorito.

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Precious little life

No início desse ano ouvi falar sobre o filme Scott Pilgrim vs. The World e não dei muita importância, mas tinha lido em algum lugar que se tratava de uma adaptação de uma história em quadrinhos do autor Bryan Lee O’ Malley, que teve seu primeiro volume lançado em 2004 e os outros nos anos seguintes, sendo o último lançado esse ano, o que me despertou um leve interesse.

Quando o filme foi lançado, uns dois meses atrás, vi várias pessoas comentando pelo twitter que queriam o filme no Brasil, etc, que Scott Pilgrim era muito bom, blá, blá, blá. Então resolvi comprar os seis volumes da série para ler, antes de ver o filme. E, vejam bem, eu não vi trailer, teaser, fotos, nada sobre o filme. Só o poster e as capas de dvd e Bluray.

A série Scott Pilgrim é DO CARALHO, daquelas que você não consegue parar de ler, daquelas que você lê com um sorriso no rosto. Basicamente é uma história de amor, simples assim, com um humor não muito comum.

Scott é um rapaz de 23 anos que vive pulando de um emprego para outro, é baixista de uma banda, divide um apartamento de um cômodo com seu amigo gay, não consegue manter uma relação estável e começa a sair com uma menina chinesa que ainda está no colégio, de apenas 17 anos, até que um dia ele encontra Ramona e sua vida muda. E não vou ‘spoilar’ mais do que isso.

O modo como os personagens são apresentados é genial, com pequenas descrições grifadas num fundo preto, o traço é bem simples e remete ao mangá. A história é toda em preto e branco, exceto no volume 4 onde há uma pequena introdução colorida.

As referências do mundo dos games, filmes, quadrinhos e músicas estão sempre presentes, como no diálogo num dos primeiros encontros de Scott com Ramona, quando ela pergunta sobre o X bordado na manga da jaqueta que Scott usava.

Apesar de, no início, parecer que a história se passa em um mundo como o que vivemos, logo vemos que não é bem assim, já que nos deparamos com situações bem surreais e fantasiosas, tiradas diretamente de um video-game (mesmo). É aí que Scott Pilgrim divide seu público, pois tais situações, que na verdade são a espinha dorsal da história, podem não agradar todo mundo por serem demais irreais.

E nesse ponto eu chego ao filme. Como será que esse universo vai ser transportado para a tela grande? Michael Cera? OMG!

Não faço parte do público que detesta o Michael Cera, na verdade nada tenho nada contra, porém não muito a favor, digamos que eu seja indiferente, mas o problema é que lendo Scott Pilgrim e conhecendo sua personalidade, muitas vezes eu pensei “Não tem como ser o Michael Cera!”, a não ser que ele me surpreenda muito como ator ou que mudem o jeito de ser de Scott, o que seria uma pena. Mas a história não é só o Scott, os personagens secundários também são fantásticos, veremos como o filme se sai, nem curiosidade pelo elenco eu tive, sei lá, não quero apagar a imagem que a HQ deixou =). Mas tenho uma dúvida. O filme abrange todos os seis volumes? Porque ‘Scott Pilgrim vs. The World’ é o nome do volume 2, será que o filme só mostra até o volume dois e teremos sequência? Ou mostra tudo e apenas escolheram o nome do segundo volume?

Aguardarei a adaptação e, até lá, acho que ainda lerei mais algumas vezes toda a série. Recomendo imensamente. Dá uma tristeza quando acaba, você se apega aos personagens, sente falta.

É bom demais.

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Minha filha mais nova

É uma peste.

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Men Toilet Signs






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